Ponte entre Cotiporã e Bento Gonçalves permanece interditada após danos causados pela correnteza
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| Foto Redes Sociais |
Estrutura sofreu deslocamento após fortes chuvas e passará por avaliação técnica antes de qualquer decisão sobre a reabertura.
As fortes chuvas registradas na região provocaram danos na ponte entre Cotiporã e Bento Gonçalves, que segue totalmente interditada nesta sexta-feira (24). A correnteza deslocou cerca de 20 centímetros do primeiro tabuleiro da estrutura, comprometendo a segurança da travessia e impedindo a circulação de veículos e pedestres.
Ponte entre Cotiporã e Bento Gonçalves passa por avaliação técnica
Com a redução do nível da água durante a madrugada, foi possível constatar os efeitos da força da correnteza sobre a ponte. O deslocamento ocorreu no sentido Bento Gonçalves–Cotiporã e levantou preocupação quanto à estabilidade da estrutura.
Diante da situação, os trabalhos de limpeza que estavam sendo realizados no local foram interrompidos para que toda a atenção fosse direcionada à análise técnica da ponte.
Engenheiros irão definir os próximos passos
Equipes técnicas e engenheiros das prefeituras de Cotiporã e Bento Gonçalves realizarão uma inspeção completa para identificar a extensão dos danos e apontar quais reparos serão necessários.
Somente após a emissão de um laudo técnico confirmando que a estrutura oferece condições seguras de uso será analisada a possibilidade de liberar novamente a travessia.
Estrutura havia sido reconstruída após enchente de 2024
Esta é a primeira cheia de grande volume enfrentada pela ponte desde sua reconstrução, realizada após a estrutura original ser destruída durante as enchentes de 2024.
O projeto da nova ponte foi desenvolvido com altura reduzida para permitir que, em situações de grande vazão, a água passe sobre a estrutura, característica prevista em seu funcionamento.
Interdição continua por segurança
Até que a avaliação técnica seja concluída, a ponte permanecerá completamente interditada. A medida foi adotada para preservar a segurança da população, evitando qualquer risco enquanto não houver confirmação de que a estrutura pode voltar a receber tráfego com segurança.
